quarta-feira, 25 de novembro de 2009

FORMATURA DA EDUCAÇÃO INFANTIL COM O TEMA "NATUREZA"

EM BREVE , APÓS 4/12

CANCÊR

C Â N C E R
Nome dado a todas as formas de tumor maligno. A palavra vem do latim cancer,
que significa caranguejo. Esse nome se deve à semelhança entre as pernas do
crustáceo e os tentáculos do tumor, que se infiltram nos tecidos sadios do corpo.
Os tumores se desenvolvem quando certas células de um organismo se
multiplicam de maneira descontrolada em virtude de uma anormalidade nos genes.
Forma-se, então, um núcleo celular sólido e uma rede de vasos sanguíneos para
sustentá-lo. Através da corrente sanguínea ou linfática, as células malignas atingem
outros órgãos e originam novos tumores, processo conhecido como metástase. Em
geral, o câncer é uma doença de longa evolução. Até atingir o tamanho aproximado de
uma azeitona, que é quando costuma ser diagnosticado, um tumor pode levar alguns
anos para ser descoberto. Existem mais de cem tipos de câncer. Cerca de 90% deles
são curáveis se diagnosticados precocemente e tratados de maneira correta.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 1997 morreram de
câncer 6,24 milhões de pessoas em todo o mundo, o equivalente a 12% do total
mundial de mortes. Alcança 9,3 milhões o número de novos casos anualmente,
elevando para 57,5 milhões o total de doentes. Até 2020, pelo menos 15 milhões de
pessoas devem desenvolver a doença. O tipo de câncer mais comum é o de pulmão,
que provoca 1 milhão de mortes, seguido dos de estômago, intestino, fígado, mama,
esôfago, boca e colo do útero. No Brasil, os tumores mais letais são os do estômago, e
o câncer, de maneira geral, é a terceira causa de morte, depois de doenças
circulatórias e de fatores externos (acidente, homicídio etc.).
Causas – As causas do câncer não são conhecidas, mas alguns fatores
potencializam o risco de sua manifestação. O fumo aumenta a chance de câncer no
pulmão. A exposição demasiada ao sol intensifica o risco de câncer de pele. O excesso
de bebida alcoólica favorece o câncer de boca. Distúrbios hormonais podem provocar
câncer de mama. Certas infecções possibilitam o surgimento de câncer no fígado e no
estômago. Radiações aumentam os riscos de leucemia. O estresse, a alimentação
pobre em fibras e o consumo excessivo de gordura, conservantes químicos e
substâncias oxidantes também estão relacionados a alguns tipos de câncer. Já está
provado que a propensão a determinadas formas da doença é característica hereditária
e que os riscos crescem com a idade.
Tratamento – A cirurgia e a radioterapia são formas locais de combate à doença.
A cirurgia é usada para a retirada dos tumores. Já a radioterapia mata a célula maligna
pelo efeito da irradiação, mas pode atingir outros tecidos, provocando inflamações. A
quimioterapia, tratamento à base de drogas, impede a reprodução celular e leva as
células malignas à morte. Atua também sobre as células normais, causando efeitos
colaterais temporários, como queda de cabelo, vômito e diarréia. A hormonoterapia é
usada para combater os tumores mais sensíveis à ação dos hormônios, como os de
mama e os de próstata. A utilização de tratamentos que associam a cirurgia à
radioterapia ou à quimioterapia tem mostrado resultados satisfatórios, como nos
tumores ósseos mais comuns e nos casos de câncer de mama.
As pesquisas baseadas na terapia gênica buscam a fabricação de cópias de
genes normais e sua implantação nas células em que foram detectados os problemas.
A ciência investe também na produção de drogas que interrompam a fase na qual o
tumor produz seus próprios vasos sanguíneos para crescer. Em 1995 foram registrados
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progressos nas pesquisas com interferon, uma proteína natural capaz de matar células
cancerosas, e com interleucina, grupo de moléculas produzido em pequenas
quantidades pelas células e considerado eficaz para desencadear a ação do sistema
imunológico. A terapia fotodinâmica, que usa um aparelho emissor de luz pulsante
associado a um creme fotossensibilizante, começa a ser empregada no tratamento de
alguns tipos de câncer de pele.
A confirmação da relação entre certos tipos de câncer e infecções tem levado os
pesquisadores a trabalhar no desenvolvimento de vacinas contra a doença. Uma
vacina já utilizada na prevenção do câncer de fígado é a que protege contra a hepatite
do tipo B. Calcula-se que surjam cerca de 540 mil novos casos de câncer de fígado por
ano no mundo, dos quais 83% estão relacionados com a hepatite B.
Grupos de cientistas também estão tentando desenvolver uma vacina contra o
papiloma humano para reduzir os casos de câncer cervical. Foi comprovado que a
infecção do colo do útero por esse vírus, sexualmente transmissível, aumenta o risco
de surgimento de tumores. Ele é responsável por 436 mil casos anuais de câncer
cervical e por 31 mil de câncer vaginal em todo o mundo.
Outra vacina em fase de pesquisa é a que combate a Helicobacter pylori. Cerca
de 550 mil casos de câncer de estômago ocorrem em conseqüência das infecções
provocadas por essa bactéria. Graças ao avanço nos estudos da biologia molecular
está sendo estudada ainda a criação de vacinas contra tumores não relacionados a
infecções.
No final de 1998, o especialista americano Judah Folkman realiza, talvez, a mais
séria tentativa, deste século, de dar fim ao câncer. Em experiências com ratos,
Folkman consegue destruir totalmente os tumores simplesmente os matando de fome.
Para isso injeta nos animais substâncias que cortam o suprimento de sangue para os
tecidos doentes. O tratamento não tem contra-indicações significativas até onde se
sabe e, com certeza, nenhum dos efeitos devastadores da quimioterapia e da
radioterapia. Serve para qualquer tipo de tumor. A primeira tentativa de repetir os
resultados de Folkman, feita dois meses depois no Instituto de Tecnologia de
Massachusetts, falhou. Mas outros testes estão sendo preparados.
CÂNCER NO MUNDO – Dos 52,2 milhões de óbitos que ocorreram no mundo
em 1997, 6,2 milhões, ou 11,8%, foram causados por câncer. Em 1998, os tumores
malignos mataram 7,2 milhões de pessoas, ou 13,4% do total de 53,9 milhões de
mortes registradas. Segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), a
doença continuará a ser uma das principais causas de morte nos próximos 20 anos,
sobretudo nos países em desenvolvimento, onde sua incidência aumenta em
conseqüência da elevação da expectativa de vida da população. O câncer de pulmão é
o tipo que mais cresce por causa do consumo de cigarro. Sozinho, ele foi responsável
por 1,2 milhão de mortes em 1998.
O de estômago é o segundo tipo que mais mata, atingindo principalmente os
homens acima de 40 anos. O consumo regular de carne defumada, e de produtos
industrializados, que levam muito sal e conservantes químicos, é o principal fator de
risco da doença – o que explica sua alta incidência no Japão, no Chile e na Islândia.
Nos demais países, ele está em declínio, provavelmente por causa da redução do
consumo de alimentos de risco e do aumento da ingestão de vitamina C. Além do
câncer de estômago, a OMS estima que no próximo século os tumores de boca e
laringe, de mama e de colo do útero devem ter a incidência reduzida pelos recursos de
prevenção e controle disponíveis atualmente. Em contrapartida, os tumores de pulmão,
intestino, próstata e dos gânglios linfáticos, os chamados linfomas, devem ter a
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prevalência aumentada, especialmente nas nações em desenvolvimento, em
conseqüência da adoção de hábitos inadequados à saúde, como vida sedentária, o
abuso de bebidas alcoólicas e de dietas pobres em fibras e ricas em gorduras.
Pesquisa genética – O câncer se manifesta em mais de 100 formas e 60% dos
tipos de tumor são curáveis quando tratados desde o início. A doença tem duas
características fundamentais: habilidade em reproduzir-se a despeito das defesas do
próprio organismo e capacidade de invadir e colonizar áreas reservadas a outras
células. Ao começar a crescer desordenadamente, as células produzem um tumor ou
neoplasma que pode localizar-se em determinado órgão ou invadem outros tecidos,
como o sistema linfático, e entram na corrente sanguínea, formando tumores
secundários em outros órgãos ou metástases. A origem da mutação celular é atribuída
a três tipos de agentes cancerígenos: genes que provocam alterações na seqüência do
DNA (ácido desoxirribonucléico); radiações que podem quebrar certos cromossomos,
provocando seu deslocamento; e alguns tipos de vírus que introduzem nas células
DNAs estranhos a elas. As células normais possuem genes que previnem o risco de o
DNA alienígena passar suas instruções adiante.
Essa propriedade dos genes, de suprimir instruções erradas ou estranhas às
células, vem motivando os pesquisadores a desenvolver drogas que funcionem como
genes supressores. As ferramentas pesquisadas atualmente para bloquear esse
processo envolvem anticorpos monoclonais e fatores bloqueadores ou supressores de
tumor. Entre esses últimos, os mais conhecidos são os fatores antiangiogênicos (que
levam esse nome porque impedem a gênese ou a multiplicação celular dos vasos
sanguíneos). Eles foram usados em 1998 pelo pesquisador americano Judah Folkman,
do Hospital Infantil de Boston, no tratamento de tumores em ratos de laboratório. As
drogas interromperam o processo de multiplicação dos vasos sanguíneos responsáveis
pela alimentação do tumor e, indiretamente, acabaram com o câncer nos ratos. No ano
passado, elas passaram a ser testadas em humanos no hospital inglês Mount Vernon.
Drogas baseadas em anticorpos monoclonais chegaram ao mercado em 1999. Uma
delas reconhece e combate a proteína HER/2 – que prolifera na superfície das células
e está presente em 30% dos casos de câncer de mama – e consegue interromper o
crescimento do tumor.




ESTE MAL PREDOMINOU OS ÓBITOS DE MINHA FAMILIA .
NÓS COSTUMAMOS PENSAR QUE AS COISAS SÓ ACONTECEM COM OS OUTROS !

DIA DA BANDEIRA NACIONAL

BANDEIRA NACIONAL
A Nossa Bandeira
Júlia Lopes de Almeida
Verde, da cor dos mares e das florestas que embelezam a nossa terra desde
a serra de Roraima até à barra do Chuí; azul, como o céu infinito em que abre
os braços lúcidos o Cruzeiro do Sul; dourada, como o sol que alegra o
espaço e fecunda os campos, a nossa bandeira retrata nas suas cores as
supremas maravilhas do universo.
Filhos do sul ou filhos do norte, qual de nós não estremecerá de orgulho à
sua glória? Qual de nós não vibrará de entusiasmo ao senti-la aclamada
pelos outros povos? Qual de nós não se comoverá vendo-a desfraldada em
país estranho, ou não sentirá capaz das maiores audácias para a defender
de uma afronta e livrá-la de uma derrota?
A nossa bandeira é como um pálio confraternizador sobre a cabeça de todos
os brasileiros. Unamo-nos para honrá-la na sua grandeza e para que ela seja
sempre para nós, além do símbolo da Pátria, o símbolo do Bem, da Razão,
da Justiça. Só é inatingível o que é impecável, só é forte o que é puro. São as
virtudes do povo que tornam a sua bandeira respeitada; são os seus
trabalhos, os seus empreendimentos, o poder de sua inteligência, a inteireza
de seu caráter e a magnanimidade do seu coração que lhe dão prestígio
diante de todo o mundo.
Assim, esforcerno-nos para que à sombra de nossa bandeira só nasçam e se
desenrolem belas ações. Que ela pacifique gentes inimigas, quer tremule nos
mastros sobre as águas inquietas, quer penda nas cidades sobre os telhados
abrigadores do homem; que ela, que tem na cor a sugestão da esperança,
sorria ao estrangeiro em doce acolhimento, acenando-nos a todos para um
futuro bonançoso e amplo.
Irmãos do norte! Irmãos do sul, amigos! Unamo-nos em torno da nossa
bandeira; que os elos que nos ligam néio se dessoldem nunca, para que seja
grande a sua glória o poderosa a sua Força!
As primeiras bandeiras da história do homem costumavam representar
um grupo sócio-cultural através da imagem de um animal, de um
vegetal ou objeto. Com o tempo é que as cores passaram a ter
também um significado importante, principalmente após a Revolução
Francesa, quando passaram a exprimir a nacionalidade, independente
de existirem ou não figuras ou emblemas na estampa.
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Antigamente, a escolha das cores se dava de forma arbitrária. Hoje em
dia, estão relacionadas a fatores religiosos e políticos. A cor vermelha,
por exemplo, é geralmente associada a movimentos revolucionários.
No caso da bandeira brasileira, o verde traria à lembrança o primeiro
objeto que funcionou como bandeira: os ramos arrancados das árvores
pelos homens primitivos em atitude espontânea de alegria. O verde
nos remeteria ainda à nossa filiação com a França, à juvenilidade do
país e ao imenso mar, literariamente verde nos escritos de José de
Alencar.
O amarelo, por sua vez, representaria nossa riqueza mineral e a
aventura dos bandeirantes à procura do ouro. De maneira poética, nos
levaria à imagem do sol, astro que nos garante condições essenciais
de sobrevivência.
Numa homenagem à Nossa Senhora, padroeira de Portugal e do
Brasil, o azul, ao lado da cor branca, nos colocaria no esquema
bandeirológico latino-americano, onde predominam essas duas cores:
azul e branca.
E finalmente o branco. Traduzindo nossos desejos de paz, nos inclui
nas filosofias que enxergam Deus como plenitude do ser e do poder,
assim como o branco é a plenitude das cores.
Fonte: COIMBRA, Olavo Raimundo. A Bandeira do Brasil: raízes
histórico-culturais. Rio de Janeiro: Fundação IBGE, 1972.
Sabemos que para cada estrela de nossa bandeira corresponde um
estado brasileiro. Com a criação de novos estados no país, se
estabeleceu uma dúvida: continuaria a correspondência? Conforme a
Lei número 5.700, de 1º de setembro de 1971, essa correlação não
existiria mais. Uma outra lei, no entanto, número 8.421, de 11 de maio
de 1992, retificou a anterior, através da seguinte comunicação: a
bandeira nacional deve ser atualizada sempre que algum estado da
federação for criado ou extinto; os novos estados serão representados
por novas estrelas, a serem incluídas, sem que afete a disposição
estética original do desenho da primeira bandeira republicana; as que
forem correspondentes a estados extintos serão retiradas,
permanecendo aquela que represente um novo estado mediante a
fusão.
Nessa lei de 1992 consta ainda um anexo, trazendo uma lista dos
estados e sua respectiva relação com as estrelas. A informação,
portanto, de que essa correspondência estelar não existiria mais, deve
ter se tratado de um erro de interpretação da lei de 1971.
2
Quando foi instituída pelo decreto número 4, de 19 de novembro de
1889, a bandeira brasileira recebeu muitas críticas devido a sua
relação com a astronomia. Isto porque a disposição das estrelas na
esfera azul da bandeira não se encontrava da mesma forma como
costumamos vê-la no céu. Tudo por conta da perspectiva escolhida
pelos criadores do desenho original. A intenção era representar o céu
do Rio de Janeiro às 8h30m da manhã do dia 15 de novembro, data
da Proclamação, mas com um pequeno detalhe: o observador desse
céu estaria do lado de fora da esfera, vendo-a a partir do espaço
cósmico. E, mais ainda: essa bola imaginária (o espaço celeste) teria
todas as estrelas grudadas nela, com a terra situada em seu centro.
Daí a polêmica. Consta também que a constelação do Cruzeiro do Sul
estava, nessa hora exata, com o braço maior na vertical e no
meridiano da cidade do Rio. Tanta discussão para algo bastante
simples: o céu da bandeira nacional aparece do lado oposto de nossa
visão aqui da terra.
3
A palavra de ordem inscrita em nossa bandeira, trata-se da síntese de
um sistema filosófico aceito não só no Brasil, como também na
Europa: o positivismo. Os grandes nomes dessa filosofia em nosso
país no fim do século XIX eram Benjamin Constant, Demétrio Ribeiro,
Teixeira Mendes e Miguel Lemos. Numa visível homenagem a esses
cidadãos, convoca os brasileiros para uma arrancada concreta e
irreversível pelo desenvolvimento. A significação de ordem não é
ditadura, mas sim decisão e visão clara dos problemas, enquanto
progresso não indica riqueza para os indolentes, mas meta de
ascensão para os homens de valor.
Um dos três únicos casos em que o idioma da pátria em questão
aparece na bandeira, possui o seu recanto para o culto coletivo de
toda a nação: a Praça dos Três Poderes, em Brasília, onde fica
sempre hasteada, tendo na base do mastro as seguintes palavras:
"Sob a guarda do povo brasileiro, nesta Praça dos Três Poderes, a
bandeira sempre no alto, a visão permanente da pátria".
Olavo Bilac
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz.
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Contemplando o teu vulto sagrado
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.
Sobre a imensa Nação brasileira
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor.

domingo, 16 de agosto de 2009

Sem fingimento. Vc acha que existe preconceito racial no Brasil, contra negros, orientais e gays?


Claro que há, não só com negros, asiáticos ou gays. Há também o preconceito com o branco por parte dos negros, veja essa declaração feita por uma ex-ministra da integração social; "Eu acho certo os negros não gostarem dos brancos e nem querer viver com eles." Os maior grupo de racista esta entre os próprios negros. Existe inclusive a discriminação por parte do governo, em relação aos negros, basta ver que as universidades são obrigadas a ter uma cota para os negros. Isso é uma barbarie, se a cota é de 20% e for aprovado no vestibular 25%, então os 5% a mais não entra na tal univesidade? A cor da pele influência em alguma coisa, seja ela negra, amarela, ou vermelha? Há ainda a discriminação por parte do pessoal do sul e sudeste em relação aos nordestinos e nortistas.Mas como esse não é um país sério fica tudo como esta.

ADIVINHAS

O que são
As adivinhas, também conhecidadas como advinhações ou "o que é, o que é" são perguntas em formato de charadas desafiadoras que fazem as pessoas pensar e se divertir. São criadas pelas pessoas e fazem parte da cultura popular e do folclore brasileiro. São muito comuns entre as crianças, mas também fazem sucesso entre os adultos.
Alguns exemplos de adivinhas:
- O que é que é surdo e mudo, mas conta tudo?Resposta: o livro
- O que é o que é que sempre se quebra quando se fala?Resposta: o segredo
- Ele é magro pra chuchu, tem entes mas nunca come e mesmo sem ter dinheiro, dá comida a quem tem fome?Resposta: o garfo- O que é que passa a vida na janela e mesmo dentro de casa, está fora dela?Resposta: o botão
- O que é o que é feito para andar e não anda?Resposta: a rua
- O que é o que é que dá muitas voltas e não sai do lugar? Resposta: o relógio
- Qual é a piada do fotógrafo? Resposta: ninguém sabe, pois ela ainda não foi revelada.
- O que é o que é que sobe quando a chuva desce? Resposta: o guarda-chuva.
- Você sabe em que dia a plantinha não pode entrar no hospital? Resposta: em dia de plantão.
- Qual a única pedra que fica em cima da água? Resposta: a pedra de gelo.
- O que é um monte de pontinhos coloridos no meio do mato?Resposta: formigas treinando para o carnaval!
- O que é um pontinho verde brilhando na cama de um hospital? Resposta: uma ervilha dando à luz
- O que a esfera disse para o cubo?Resposta: deixa de ser quadrado.
- O que é o que é que esta sempre no meio da rua e de pernas para o ar?Resposta: a letra U
- O que é o que é que anda com os pés na cabeça?Resposta: o piolho
- É um pássaro brasileiro e seu nome de trás para frente é igual.Resposta: arara

LENDAS BRASILEIRAS

Lendas brasileiras

Caipora
É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.
É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes. Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir o os agressores da Natureza e o caçador que mate por prazer. É muito poderoso e forte.
Seus pés voltados para trás serve para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis ele é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato.
Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante". Os índios, para lhe agradar, deixavam nas clareiras, penas, esteiras e cobertores.
De acordo com a crença, ao entrar na mata, a pessoa deve levar um Rolo de Fumo para agradá-lo, no caso de cruzar com Ele.
Nomes comuns: Caipora, Curupira, Pai do Mato, Mãe do Mato, Caiçara, Caapora, Anhanga, etc. Origem Provável: É oriundo da Mitologia Tupi, e os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando da época do descobrimento, depois tornou-se comum em todo País, sendo junto com o Saci, os campeões de popularidade. Entre o Tupis-Guaranis, existia uma outra variedade de Caipora, chamada Anhanga, um ser maligno que causava doenças ou matava os índios. Existem entidades semelhantes entre quase todos os indígenas das américas Latina e Central. Em El Salvador, El Cipitío, é um espiríto tanto da floresta quanto urbano, que também tem as mesmos atibutos do Caipora. Ou seja pés invertidos, capacidade de desorientar as pessoas, etc. Mas, este El Cipitío, gosta mesmo é de seduzir as mulheres.
Conforme a região, ele pode ser uma mulher de uma perna só que anda pulando, ou uma criança de um pé só, redondo, ou um homem gigante montado num porco do mato, e seguido por um cachorro chamado Papa-mel. Também, dizem que ele tem o poder de ressuscitar animais mortos e que ele é o pai do moleque Saci Pererê. Há uma versão que diz que o Caipora, como castigo, transforma os filhos e mulher do caçador mau, em caça, para que este os mate sem saber.
Boi Tatá
É um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia é quase cego, à noite vê tudo. Diz a lenda que o Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra. Para escapar ele entrou num buraco e lá ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.
Desde então anda pelos campos em busca de restos de animais. Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegue os viajantes noturnos. Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. No Nordeste do Brasil é chamado de "Cumadre Fulôzinha". Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.
Dizem ainda que ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos. Outros dizem que ele protege as matas contra incêndios.
A ciência diz que existe um fenômeno chamado Fogo-fátuo, que são os gases inflamáveis que emanam dos pântanos, sepulturas e carcaças de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento.
Nomes comuns: No Sul; Baitatá, Batatá, Bitatá (São Paulo). No Nordeste; Batatão e Biatatá (Bahia). Entre os índios; Mbaê-Tata. Origem Provável: É de origem Indígena. Em 1560, o Padre Anchieta já relatava a presença desse mito. Dizia que entre os índios era a mais temível assombração. Já os negros africanos, também trouxeram o mito de um ser que habitava as águas profundas, e que saía a noite para caçar, seu nome era Biatatá. É um mito que sofre grandes modificações conforme a região. Em algumas regiões por exemplo, ele é uma espécie de gênio protetor das florestas contra as queimadas. Já em outras, ele é causador dos incêndios na mata. A versão do dilúvio teve origem no Rio Grande o Sul. Uma versão conta que seus olhos cresceram para melhor se adaptar à escuridão da caverna onde ficou preso após o dilúvio, outra versão, conta que ele, procura restos de animais mortos e come apenas seus olhos, absorvendo a luz e o volume dos mesmos, razão pela qual tem os olhos tão grandes e incandescentes.

Mula sem cabeça
Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça. Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece. Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta.
Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro.
Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa. Ao ver a Mula,deve-se deitar de bruços no chão e esconder Unhas e Dentes para não ser atacado.
Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga, para sempre
Nomes comuns: Burrinha do Padre, Burrinha, Mula Preta, Cavalo-sem-cabeça, Padre-sem-cabeça, Malora (México), Origem Provável: É um mito que já existia no Brasil colônia. Apesar de ser comum em todo Brasil, variando um pouco entre as regiões, é um mito muito forte entre Goiás e Mato Grosso. Mesmo assim não é exclusivo do Brasil, existindo versões muito semelhantes em alguns países Hispânicos. Conforme a região, a forma de quebrar o encanto da Mula, pode variar. Há casos onde para evitar que sua amante pegue a maldição, o padre deve excomungá-la antes de celebrar a missa. Também, basta um leve ferimento feito com alfinete ou outro objeto, o importante é que saia sangue, para que o encanto se quebre. Assim, a Mula se transforma outra vez em mulher e aparece completamente nua. Em Santa Catarina, para saber se uma mulher é amante do Padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em fita com o nome dela, e se o ovo cozer e a fita não queimar, ela é. É importante notar que também, algumas vezes, o próprio Padre é que é amaldiçoado. Nesse caso ele vira um Padre-sem-Cabeça, e sai assustando as pessoas, ora a pé, ora montado em um cavalo do outro mundo. Há uma lenda Norte americana, O Cavaleiro sem Cabeça, que lembra muito esta variação. Algumas vezes a Mula, pode ser um animal negro com a marca de uma cruz branca gravada no pelo. Pode ou não ter cabeça, mas o que se sabe de concreto é que a Mula, é mesmo uma amante de Padre.
A Iara
Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história. No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão. Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe, cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas.
Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, Ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, quase morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo.
Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que na semana seguinte a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima. Origem: Européia com versões dos Indígenas, da Amazônia.
Cobra grande
É uma das mais conhecidas lendas do folclore amazônico. Conta a lenda que em numa tribo indígena da Amazônia, uma índia, grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas crianças gêmeas que na verdade eram Cobras. Um menino, que recebeu o nome de Honorato ou Nonato, e uma menina, chamada de Maria. Para ficar livre dos filhos, a mãe jogou as duas crianças no rio. Lá no rio eles, como Cobras, se criaram. Honorato era Bom, mas sua irmã era muito perversa. Prejudicava os outros animais e também às pessoas.
Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas perversidades. Honorato, em algumas noites de luar, perdia o seu encanto e adquiria a forma humana transformando-se em um belo rapaz, deixando as águas para levar uma vida normal na terra. Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muita coragem para derramar leite na boca da enorme cobra, e fazer um ferimento na cabeça até sair sangue. Ninguém tinha coragem de enfrentar o enorme monstro. Até que um dia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato da maldição. Ele deixou de ser cobra d'água para viver na terra com sua família. Origem: Mito da região Norte do Brasil, Pará e Amazonas.

Vitória Régia
Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.
E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.
A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas. Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.

Saci Pererê
A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.
É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.
Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.
Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc. Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial. Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas. Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações: Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda. Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai.
Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer. Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.

O negrinho do pastoreio
O Negrinho do Pastoreio É uma lenda meio africana meio cristã. Muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil.
Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros recém-comprados. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. ‘‘Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece’’, disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.
Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha. Origem: Fim do Século XIX, Rio Grande do Sul.

Papa figo
O Papa Figo, ao contrário dos outros mitos, não tem aparência extraordinária. Parece mais com uma pessoa comum. Outras vezes, pode parecer como um velho esquisito que carrega um grande saco às costas. Na verdade, ele mesmo pouco aparece. Prefere mandar seus ajudantes em busca de suas vítimas. Os ajudantes por sua vez, usam de todos os artifícios para atrair as vítimas, todas crianças claro, tais como; distribuir presentes, doces, dinheiro, brinquedos ou comida. Eles agem em qualquer lugar público ou em portas de escolas, parques, ou mesmo locais desertos. Depois de atrair as vítimas, estas são levadas para o verdadeiro Papa-Figo, um sujeito estranho, que sofre de uma doença rara e sem cura. Um sintoma dessa doença seria o crescimento anormal de suas orelhas. Diz a lenda, que para aliviar os sintomas dessa terrível doença ou maldição, o Papa-Figo, precisa se alimentar do Fígado de uma criança. Feito a extração do fígado, eles costumam deixar junto com a vítima, uma grande quantia em dinheiro, que é para o enterro e também para compensar a família. Origem: Mito muito comum em todo meio rural. Acredita-se que a intenção do conto era para alertar as crianças para o contato com estranhos, como no conto de Chapeuzinho Vermelho.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009